quinta-feira, 1 de março de 2012

Como Se Eu Fosse o Mundo





A ausência 

Um passado. Duas pessoas. Um filho. 

Como se eu fosse o mundo, de Paulo Zwolinski, com direção de Luiz Henrique Dias, fala de presença, e de sua ausência. Num ambiente de silêncio e penumbra, perpetua duas vozes unidas por uma criança e distantes por um abismo. O espectador é convidado a observar o quanto a palavra – mais que o mundo - pode ocupar um lar destruído pela convivência, ou mesmo, pelo acaso. O elemento de coesão entre os presentes é o mesmo de tensão e o insuportável se mostra belo e fundamental. 

A Companhia 

A Companhia O Teatro do Excluído foi fundada em 2007 por Luiz Henrique Dias. Em 2011 entrou em uma nova fase, a da experienciação teatral, consoante com os trabalhos desenvolvidos no Núcleo de Dramaturgia SESI e no estudo das Dramáticas do Transumano. O primeiro trabalho dentro desta estética foi Guizos. A primeira peça teatral na história de Foz do Iguaçu a ser apresentado em três temporadas, com 52 sessões na cidade. Para dar corpo ao seu trabalho, Luiz Henrique Dias fundou, junto com Yuri Amaral, o Teatro da Lupah!, uma sala de 15 lugares, destinada à pesquisa teatral e estética.

Release escrito pelo encenador e dramaturgo Luiz Henrique Dias.
Vídeo criado por Rafael Ramires.

Nenhum comentário:

Postar um comentário